sábado, 17 de outubro de 2009

Tróia, a história se repete


Já a muito tempo temos um Cavalo de Tróia Dentro da Igreja.

Muitos não querem reconhecer o que Jesus, Paulo e os demais escritores bíblicos já haviam dito, que se me permitem traduzir do meu jeito: “Vigiai, o inimigo é astuto e entrará no meio de vós como aconteceu na guerra de Tróia”. (Existe algo belo dentro da Igreja que o inimigo quer pegar a todo custo, o que será?)

Muitos estão fazendo festas, congressos, shows, inclusive nesse exato momento vejo uma propaganda para que se pague cerca de 10,00 reais para entrar em um hotel com um grupo de pessoas que oram, isto é, vão se reunir para orar e o ‘investimento’ é de dez reais por pessoa; bom em meu quarto, graças a Deus, oro e não pago nada, é maravilhoso e com grandes efeitos pelo poder do nome de Jesus, na igreja com meus irmãos também há 3 reuniões diárias e é tudo de graça.

Muitos não conseguem reconhecer o Cavalo de Tróia que penetrou na Igreja e em suas próprias fileiras e as está seduzindo por dentro.

É muito estranho que a maioria dos líderes cristãos atuais que, corretamente, denunciam veementemente muitos outros males, pouco ou nada estão dizendo sobre o reavivamento da feitiçaria, do paganismo que está varrendo tanto o mundo secular quanto a Igreja.

Em muitos casos, esta omissão reflete uma falta de per­cepção, ou pura ingenuidade; em outros casos, reflete uma falta de disposição em admitir seu próprio envolvimento.

Por que is­so acontece?

Porque a maioria dos crentes está tão desinforma-da sobre o ocultismo que não são capazes de reconhecê-lo a não ser em suas formas mais chocantes. (Será que precisa ser tão chocante?)

Além disso, poucos crentes parecem entender as passagens bíblicas que proíbem as práticas ocultistas e supersticiosas, de modo que não conseguem identificar a feitiçaria e o ocultismo com base nelas.

Nos poucos ‘conservadores ortodoxos’ que existem, estamos os vendo se dobrarem a baal, isso mesmo ,presenciamos o fato consternador de que não só os ‘liberais’, mas também os conservadores estão sendo seduzi­dos em número impressionante.

A proporção em que crenças anti-cristãs e até mesmo ocultistas têm sido integradas ao cristianismo nos últimos tempos é assustadora, e essa tendência se acelera hoje em um ritmo alarmante. Claro, são as “contrações” das dores de parto, perto está o dia.

A isca do anzol pagão sempre foi a promessa de divindade feita a Eva pela Serpente. (Haja divindades....)

A tentativa de dar realidade a esta di­vinização envolveu a humanidade em inúmeras formas de ocul­tismo ao longo de sua história.

Uma palavra que é usada fre­quentemente para abranger todas as práticas pagãs/ocultistas é "feitiçaria". Um cristianismo feiticeiro ou a feitiçaria cristianizada, agora fiquei na dúvida, rsrs, a repaganização é tão forte que não se percebe, é arte do diabo o ‘enganador’ e isso ele sabe fazer muito bem, é doutor nessa área.

Homens (?), divinizados por eles mesmos e pelos outros homens estão entrando em um Cavalo de Tróia (já entraram?) dentro da igreja (local, hummm) manipulando a realidade interna, externa, passada, presente e futura com técnicas variadas de exercer poder mental sobre a matéria, e isso, num espectro que vai da alquimia, da astrologia ao pensamento da possibilidade.

Os malditos entram com seus cavalos abarrotados de pestes perniciosas como ioga, músicas sem conteúdos bíblicos, parapsicologia, dramatização, sugestologia (poder da mente) ......

O que temos visto e com discernimento vemos, as chamadas “operações do Espírito” são manipulações baratas, de uns palhaços que vivem a saracotear no pulpito (palco?) porém 'operações troianas' fortes, e que a cata de sucesso financeiro e poder de divindade, esses 'pastores ocultistas' invadem a cidade (arraial evangélico) com a maldição da feitiçaria em forma de aprovação divina.

Nesse caso o sucesso e a auto-estima tornaram-se tão importantes na Igreja que parecem ter ofuscado tudo o mais, é por isso que vemos a grande aceitação desse “evangelho do sucesso”. Um "Outro evangelho" anematizado por Paulo.

Infelizmente para essa gente, Jesus não veio ao mundo "para salvar os pecadores" (1Tm 1.15), apesar de o próprio Cristo ter dito que veio para “chamar... pecadores ao arrependimento” (Lc 5.32).

Infelizmente bereianos, a feitiçaria, o paganismo, as superstições está a todo vapor no mundo e entrando na igreja, joio semeado enquanto os Filhos do Reino dormem, o “Cavalo de Tróia” está entrando (está dentro?) porque muitos deixaram de "pregar a Palavra a tempo e fora de tempo" abriram-lhes as portas. E como um Mineiro de Três Corações me lembro: "Porteira que passa um boi (cavalo?), passa uma boiada", rsrs, e que boiada, em cada esquina, a cada dia vemos um novo curral de ovelhas (vacas?), para chamá-las já existem os experts em shofar (berrante), e ao som desse shofar (berrante) as ovelhas são tradadas como verdadeiras vacas a comer o amaldiçoado capim da feitiçaria, macumbaria, supertições baratas e nocivas a alma, me desculpem, é que as vezes fico indignado quando penso nessa 'laia' de supostos pastores(as), apóstolos(as), shofarzeiros e tudo que o diabo fornece como ferramentas para esses malditos troianos; mas que se arrependerem há ainda solução e oro a Deus para que isso aconteça rápido.

Sim, aí vem o cavalo sob a forma de técnicas de motivação, feitiçaria e sucesso, de atitude mental positiva e das mais recentes psicoterapias ‘batizadas’ com terminologia crstã.

A guerra de Tróia descrita com detalhe na apenas na 'Eneida' com seu lendário cavalo idealizado por Odisseu e construído por Epeu e que durou dez anos, essa "guerra de Tróia" agora durará até aquele Grande Dia.

Bom, presentes de gregos é o que não faltam por aí, a começar com o Ecumenismo.

Só nos resta agora é dizer:

“Senhor, não nos deixes cair em tentação mas livra-nos do mal, amém!

"Filhinhos, guardai-vos dos ídolos".

Bereiano.

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