sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Sexo, drogas e rave!


Confesso que tenho andado extremamente preocupado com o comportamento dos jovens em nossa sociedade. De fato, é absolutamente perceptível observarmos que a juventude brasileira, encontra-se completamente desorientada. Isto se percebe claramente nas relações familiares, afetivas e pessoais, onde valores outrora absolutos, em virtude da pós-modernidade que nos envolve, foram definitivamente relativizados. Na verdade, ouso afirmar que vivemos uma significativa crise, a qual poderá nos levar a um sério conflito social nos próximos anos.

Acredito que boa parte da sociedade brasileira esteja inquieta com inúmeras noticias e reportagens sobre as denominadas festas RAVE. Infelizmente a cada semana surgem nos meios de comunicação notícias que jovens morreram em festas deste tipo. A definição de uma festa Rave é bem ampla, pois vai desde um local mais afastado (zonas rurais, sítios, ilhas, etc.) a locais mais exóticos (fabricas abandonadas, galpões, cais do porto, etc.), tocando diversos tipos de músicas (eletônica, dance, rock, etc.), reunindo sempre muita gente e com um horário de início/final bem extenso.O evento em questão tem por objetivo reunir centenas de jovens os quais, movidos por drogas sintéticas e álcool dançam sem parar por horas a fio. Junta-se a isso, o fato de que a promiscuidade sexual, se faz presente no festejo levando os nossos jovens a possibilidade concreta de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Isto posto, creio que a Igreja de Cristo precisa URGENTEMENTE posicionar-se diante do caos que se encontra a sociedade brasileira. Somos e fomos chamados para sermos o “Sal desta terra e a Luz deste mundo”. Na verdade, tanto a figura do sal quanto a da luz pressupõem a idéia de envolvimento com a realidade. O sal não pode dar sabor se não se misturar ao alimento. De modo semelhante, a luz não pode iluminar se não emitir seus raios pelo ambiente, a fim de clareá-la.

Jesus veio para salvar os pecadores. Cabe à Igreja fazer chegar essa salvação aos perdidos, o que nos leva a entender de forma explicita de que a igreja deve ser a igreja do caminho e não do balcão. Ela não pode permanecer como espectadora da história: tem de descer para onde se travam as lutas reais dos homens anunciando-lhes através de Cristo, valores incorruptíveis que aplicados em nossa vida e sociedade, promoverão o resgate de uma vida mais saudável e feliz.

Por Renato Vargens

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ao líder do ministério de louvor.


Por Jonara

Querido(a) “responsável pelo grupo de louvor” tem sido muito triste o rumo que os “grupos de louvores” tem tomado.
Escolhem as vezes letras sem nexo porque está na moda, ou o cantor é famoso, ou o ritmo é gostoso, etc., mas nunca leem a letra e dão prioridade ao que ela ensina.

Eu aconselho em primeiro lugar, averiguar a letra. Verifique se o conteúdo é bíblico, se realmente tem fundamento cantar “aquelas palavras” ao Senhor, ainda que seja um ritmo legal ou um cantor (a) famozérrimo..
Depois, assegure-se se o grupo vive isso. Creio que a adoração em louvor, deva partir primeiramente do grupo, assim como a pregação ao pregador.
Muitos “criticam” os pregadores que não vivem o que pregam, mas não se preocupam em viver o que cantam.

Se o grupo vive discordias e/ou intrigas, fica dificil querer levar à igreja entrar nos átrios do Senhor com hinos.
Sou totalmente à favor de que, os “grupos de louvor” reunam-se além dos ensaios e tenham momentos de discontração, oração, ensinamentos, adoração e louvor.
Precisam estar em harmonia pra depois transpassar harmonia.

Atualmente, preocupa-se muito em sucesso e profissionalismo, e até concordo que tem sido uma geração de “grupos” extremamente profissionais, musicos e musicistas excelentes, mas adoradores ausentes.

Vale a pena averiguar, analisar tudo à luz da palavra de Deus, e exaltar mais à Deus e menos o homem e lembre-se: o “grupo de louvor” é responsável assim como o pregador, por tudo o que a igreja ingere e Deus ainda busca verdadeiros adoradores. Que o adorem em espírito e em verdade.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sobre minha fé abalável



Por Leonardo Gonçalves


Hoje vi alguém afirmar que "o cristianismo é uma aposta sem riscos". Não sei quem é o autor desta frase, mas sei que a visão do cristianismo como uma aposta remonta ao filósofo Blaise Pascal. Partindo da premissa de que é impossível “provar” que Deus existe, Pascal conclui que, de um jeito ou de outro, todos nós jogamos dados com Deus, mesmo ele não jogando dados com o Universo.

Impossível não concordar com Pascal. Infelizmente (ou não), ser cristão é uma aposta. E não só uma aposta, mas um penhor: Você entrega sua vida aqui, para receber algo melhor no além.

É ainda um salto no escuro, como disse Kierkgaard. Nos aventuramos a seguir um Deus que não vemos, e a prova da sua existência e da nossa esperança se reduz em fé (Hb 11.1).

Houve um tempo em que eu pregava um cristianismo acima de qualquer dúvida. Debatia com ateus, explorava os argumentos de Anselmo e Aquino, dissecava livros do Geisler e do Craig, e assim vendia a idéia de um cristianismo acima de qualquer suspeita. Eu era tolo e não sabia...

Hoje, alguns anos mais tarde, descobri que a dúvida é parte de um "pacote" chamado cristianismo. Há lacunas em nosso conhecimento que jamais serão preenchidas. Seguir a Cristo é apostar que tudo o que Ele disse é verdade.

As almas sinceras hão de admitir: Não temos todas as respostas, embora tenhamos respostas suficientes. Não possuímos toda a fé, embora Cristo nos aperfeiçoe na fraqueza. Não sabemos tudo sobre Deus, mas cremos que ele sabe tudo sobre nós.

As vezes me pergunto: Onde foi que eu andei este tempo todo? E a resposta que encontro é a mesma: Longe, muito longe do Senhor. Com a cabeça cheia de argumentos, mas com o coração oco. Mas eu tinha certezas! Agora, ao contrário daqueles dias, tenho muitas dúvidas. Não entendo porque tem tanta gente boa se arrebentando, se machucando; e tanto hipócrita se dando bem.

Os versos assimétricos do poeta Renato parecem refletir a verdade com uma força indizível: "É tão estranho... Os bons morrem jovens. Assim parece ser." Quem é bom quase sempre se dá mau. O mundo é injusto as vezes, e eu não sei porquê.

Porém, apesar de todo esse existencialismo, das repentinas (e passageiras) incertezas, eu nunca me senti tão perto de Deus! É um paradoxo, eu sei, mas tal como as trevas evidenciam a luz por contraste, também a fé se fortalece na dúvida. E eu poderia te dizer qualquer outra coisa, mas isso não seria sincero. Poranto, o que digo é: Você deve crer em Deus, mesmo em face deste mundo injusto, e confiar na Palavra dele de que um dia a justiça reinará.

Minhas dúvidas nunca acabam. Ontem duvidei, por um instante desesperador chorei. Eu quis entender e não pude (e talvez jamais possa). "Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos".

Mas há um fato irrefutável. Deus me deu uma certeza que nenhum manual de doutrina cristã pode dar. É quando "O Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus". Ah... certeza insofismável! Em um instante a nuvem escura se dissipa e a paz novamente reina (ainda que momentânea). "Paz... paz... Cuán dulce paz!"


"E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade."

sábado, 12 de setembro de 2009

A vocação de João Batista


*Toda mãe e pai têm um sonho: Ver seu filho formado em uma boa faculdade; com um bom emprego; bem casado;
*Mas Deus tem um propósito específico para cada um de nós. Uma VOCAÇÃO!
*Enquanto o bacana era ter filhos bem sucedidos, Isabel teve um filho que foi “grande para Deus”, mas desprezado pelos homens.
*Nossa missão também inclui isso às vezes, o desprezo dos homens. Mas sempre que você for desprezado pelos homens, lembrem-se vocês estão sendo grandes pra Deus!
*Muitas vezes nos julgam pela nossa aparência, querem que sejamos como o mundo é, mas nós temos vestes espirituais que nos diferem deles.

*João Batista nunca foi um modelo de beleza e razão. Ele era guiado pelo Espírito Santo.
*Sua mãe o teve, o viu crescer, comendo gafanhotos com mel, vestindo peles, indo pro deserto e depois disso tudo ainda foi lançado decapitado em frente de sua mãe.

 Ao invés de hambúrguer - gafanhotos com mel
 Ao invés de roupa da moda – pele de animais
 Ao invés de ir ao rock’n rio – Deserto

*E depois disso disseram a sua mãe: Aqui está o corpo de seu filho João, mas a cabeça dele nós não trouxemos porque ela serviu de opróbrio e escárnio no castelo de Herodes.

*Antes de sua morte, João ainda denunciou Herodes dentro de seu próprio covil. (Marcos 6:18)
*A obra que Deus tem na sua vida o homem não pode parar, a morte não pode parar, nem mesmo o diabo pode parar.

*João foi diferente no meio daquele povo! Seja diferente no meio desse povo perdido.

E no mais, tudo na mais santa paz!

Fonte: Blog do Marcio de Souza

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O joio e o trigo


Por Esdras Gregório

Quer sejam aqueles que estão entre nós, homens verdadeiros que na sua sincera humanidade deixam escapar uma inverdade, ou homens cínicos que na sua afetação se utilizam com maestria da verdade, a ministração do templo deve e há de continuar como sacrifício prestado de almas que vivem da igreja, ou dela absorvem a vida.

O trigo e o joio crescem nela, o bom e o mal a servem, ou nela se convêm. Mas do mesmo jeito que o mal no convívio com o bem, com o bem se parece; o bom que por incidente não deixa de ter em si um pouco do mal, pelos mesmos motivos ao mal se junta na luta da subsistência desta seara.

Nela, trigo e o joio crescem juntos, misturando-se, apropriando-se um do outro, tornando tênue a linha que os separa; mas inconfundível para Aquele que com foice ceifa, com graça soberana, o trigo que sabe que não passa de um joio, mas com justiça incorruptível queima o joio que pensa ser trigo.


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Esdras Gregório autor do livro A arte dos Sofistas na Pregação Pentecostal, publicado pela editora Jeová Nissi.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Adoradores ou consumidores?



Por Augustus Nicodemus Lopes

Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras devida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.

Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.

Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a “escolha” das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.

Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.


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Fonte: Olhar Reformado, via Pulpito Cristão

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Faz um ano que sou mamãe!!!

Hoje meu "filhote" faz um aninho e eu agradeço ao Deus de mina vida por essa "pessoinha" maravilhosa que Ele entregou em minhas mãos para cuidar e ensinar, pois sei, que a vida de meu filho pertence à Ele e eu e meu esposo apenas o cuidamos.

Ravi Lucas, nasceu em Castilla - Piura - Peru, onde momentaneamente moramos e pregamos o evangelho. Digo momentaneamente, porque não sei até quando estaremos no Peru, só Deus sabe, pois Ele é quem nos guia.

Eis aqui meu presente, enviado por Deus:



Compartilho com vocês leitores meu primeiro ano de "mamãe" e minha felicidade pela fidelidade de Deus em todos os dias do primeiro ano desta pequena vida que recem inicia seus passos.

Paz e bençãos,
Jonara