Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Evangelho que vivemos é o Evangelho que Jesus viveu?


Por Marcio de Souza

Vivo me perguntando isso! Porque se o Evangelho que vivemos é o mesmo que Cristo viveu, tem algo errado comigo, porque o que vejo não condiz com o que leio nas Escrituras Sagradas.


Quando leio a Bíblia, vejo Jesus se relacionando frequentemente com ímpios (não crentes), andando com prostitutas (sem praticar prostituição), sentando e comendo com publicanos, evangelizando seu nenhum pudor e pregando a graça escandalosamente.


Certa feita, Ele transformou água em vinho, mas hoje o Evangelho diz que não se pode tocar em álcool. Noutra oportunidade, Ele se alegrou com pessoas que não professavam o mesmo credo dEle. Ele tocava em gente discriminada pela sociedade e os socorria nas suas necessidades sem esperar nada em troca, mas o Evangelho hoje diz que se nos misturarmos com gente que vive a margem da sociedade, nos tornaremos "farinha do mesmo saco".


O Evangelho que Jesus vivia, dava contra as portas do inferno e as portas do inferno não resistiram, mas o Evangelho que vivemos hoje suporta os ataques infernais é o inferno que dá contra as portas da igreja e nós "bravamente" resistimos.


No Evangelho que Jesus vivia a indivíduo pensava primeiro na comunidade, mas hoje pensamos como diz o adágio a filosofia de "farinha pouca, meu pirão primeiro". No Evangelho de Jesus o amor era a tônica, mas hoje amor é secundário o importante é mantér a igreja cheia e os gasofilácios transbordando. No Evangelho de Jesus, simplicidade era um estilo de vida, mas hoje acumular riquezas é mais do que necessário é imperativo.


Pois é, ainda dizem por aí que é tudo igualzinho a Igreja primitiva, foi só o tempo que passou, mas na realidade, estamos a léguas de distância do Evangelho de Jesus e vivemos abraçadinhos com o Evangelho dos evangélicos!

Fonte: Blog Pr Marcio de Souza

segunda-feira, 29 de março de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dez razoes porque devo ir a escola dominical

Por Renato Vargens

1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)
2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.
3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)
4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.
5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.
6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio para evangelização de amigos e familiares.
7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.
8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.
9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.
10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.

Fonte: Renato Vargens

sexta-feira, 5 de março de 2010

Você veio buscar poder?

Por PC@maral


O homem sempre buscou poder. Essa corrida incessante tem levado, em alguns casos, pessoas a loucura, a debilidade mental. A busca por poder no mundo, geralmente leva o homem a um desvio de caráter e personalidade. O poder, quando não bem administrado, corrompe o ser humano, pessoas se corrompe até com o simples poder de ser o sindico de seu prédio. Guerras e batalhas acontecem por causa da luta pelo poder entre nações, uma quer ser mais poderosa do que a outra. Traficantes e bandidos lutam por poder, por domínio sobre determinadas áreas da cidade. Políticos lutam pelo poder de comandar uma nação. Estes são apenas alguns poucos exemplos que encontramos no mundo.

Na igreja, essa busca também acontece; homens e mulheres, que se intitulam cristãos, lutam pelo seu lugar ao sol dentro da igreja, uns ambicionam o poder da diretoria da igreja, o poder da liderança, de um determinado departamento, o poder de dirigir um culto; na música então: são os poderosos da igreja. Outros buscam poder nos dons do Espírito Santo. Poder para falar em línguas estranhas, falar em mistérios; poder para curar, libertar, fazer maravilhas e prodígios e, em alguns casos, chegar ao ponto de comandar e dominar uma instituição religiosa. Exemplos "mínimos" em uma igreja cristã.

Deus, sem que peçamos a Ele, nos dá dois grandes e excelentes poderes, negligenciados pela maioria, que, na verdade, considero os maiores e mais importantes, que possam existir, o primeiro: O poder de ser feito filho de Deus! Deus nos concede esta graça e esta benção maravilhosa. Quem no “mundo” tem este poder? Ser reconhecido filho de Deus? Para obter, sem pedir, este importantíssimo poder, basta receber e crer no nome do Senhor Jesus Cristo: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;” João 1:12. O segundo, um poder espetacular, além de todas as coisas, o poder de salvar vidas: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, (...);” Romanos 1:16.

Como falamos neste comentário acima, poderes negligenciados por muitos, mas que resumem a nossa missão maior que é falar das boas novas de salvação. Falar para as pessoas do mundo que Deus nos salvou por intermédio do sacrifício de Seu único Filho, que basta eu crer Nele, crer em Jesus Cristo para me tornar membro da família de Deus. Eu não precisei fazer nada, Ele fez por mim, por graça e infinito amor. Sendo assim, eu agora posso dizer que sou filho do Deus Vivo. Esta maravilhosa notícia, passo adiante e compartilho com as pessoas aquilo que eu recebi, pois Deus me dá poder para pregar seu evangelho da salvação, poder de Deus para salvar vidas, e todos os que ouvem e crêem recebem vida, e vida em abundância.

Jamais negligencie o poder que Deus coloca gratuitamente a nossa disposição. Use esse poder com sabedoria e diligência, distribua vida através da pregação do evangelho, com certeza, Deus se alegrará e te confirmará cada vez mais.

Que Deus nos abençoe e guarde!

***

Fonte: PC@maral

terça-feira, 2 de março de 2010

Escolha sempre fazer a vontade de Deus


PC@maral


O pecado é livremente praticado pela sociedade. Com pedofilia, pornografia, assassinatos em série, terrorismo, anarquia e cruéis ditadores, o mundo transborda de violência, ódio e corrupção. Ao ler ou ouvi sobre algumas destas tragédias, começamos a entender a necessidade do juízo de Deus. Desejamos vingança, qualquer que seja ela, contra os autores destes tipos de violência. Declaramos com toda a nossa força e certeza, as pessoas que as praticam estão longe de qualquer salvação!

Mas, vamos supor que, em meio a essas conjecturas, Deus lhe peça que leve o evangelho ao pior dos criminosos, ao mais sádico assassino, como você responderia? O profeta Jonas recebeu incumbência parecida. A Assíria, império poderoso da época de Jonas, tão grande e tão pecador, era, também, o mais temível dos inimigos de Israel. Os Assírios ostentavam seu poder perante Deus e o mundo através de numerosos atos de impiedosa crueldade. Portanto, quando Deus pediu para que Jonas fosse a Nínive conclamar o povo ao arrependimento, Jonas tomou direção oposta.

O livro de Jonas conta a história da fuga deste profeta e como Deus o trouxe de volta para cumprir a missão que Ele ordenara. Esta é mais do que a história de um homem e de um grande peixe, é uma profunda ilustração da graça e da misericórdia de Deus. Ninguém era menos merecedor do favor de Deus que o povo de Nínive, a capital da Assíria. Jonas sabia disso, e compreendia também que Deus os perdoaria e abençoaria, se abandonassem o pecado e o adorassem. Jonas conhecia o poder da mensagem divina e que, através da pregação, eles responderiam positivamente e seriam poupados do juízo de Deus. Jonas, porém, odiava os assírios e desejava a vingança, não a misericórdia. Por esta razão fugiu.

Finalmente, Jonas obedeceu e pregou nas ruas de Nínive; o povo arrependeu-se e livrou-se do juízo de Deus. Mas Jonas ficou aborrecido e queixou-se com Deus dizendo: “Ah! Senhor! Não foi isso o que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso, me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te arrependes do mal” (Jonas 4:2). Mas Deus respondeu a Jonas e mencionou os valores egoístas e a falta de compaixão do profeta dizendo: “E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?” (Jonas 4:11).

Ao ler o livro de Jonas, devemos procurar visualizar o quadro completo do amor e da misericórdia de Deus, e entender que ninguém está fora do alcance da redenção. O evangelho é para todos os que se arrependem e crêem. Devemos orar por aqueles que parecem estar mais distantes do reino e procurar maneiras de ensinar-lhes a respeito de Deus. Aprendemos com a história deste relutante profeta, que devemos, sempre, obedecer a Deus, fazendo tudo que Ele nos pedir, e que devemos ir de boa vontade a qualquer lugar que Ele desejar nos enviar. Jonas era um profeta relutante, que recebeu uma missão que, ele, Jonas, considerava desagradável de se cumprir. Preferiu fugir de Deus a obedecer-lhe.

Em nossa vida, como servos de Deus, assim como Jonas, muitas vezes precisamos fazer coisas que não gostamos a ponto de querermos recuar e fugir. Mas, é melhor obedecer a Deus do que desafiá-lo ou fugir. Muitas vezes, apesar de nossa rebeldia, Deus, em sua misericórdia, nos concede uma outra chance de servi-lo quando nos voltamos para Ele.

Fonte: PcAmaral

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Humanos, sem virtude e sem glória


Por Leonardo Gonçalves

Toda glória humana é intrépida, violenta, desumanizante. Isso acontece porque não fomos criados para obter glórias, mas para glorificar. As palavras do doutor dos gentios são contundentes: “somos feitura Sua, criados para o louvor da sua glória”.

Nossa humanidade não é uma condição de exaltação, mas de humildade. Aliás, a própria palavra humano provém de “húmus”, que significa solo, terra... chão. Desta mesma raiz também provém a palavra humildade. A meta-narrativa [1] diz que o primeiro homem veio do pó. E de fato, reconhecemos que ao morrer, nada levamos deste mundo. “Voltamos ao pó”, disse o sábio rei de Israel.

Por esta razão, insisto em que não há nenhuma glória ou virtude, exceto em receber glória e virtude daquele que nos formou. O Filho de Deus foi glorificado junto ao Pai, e compartilhou desta glória com os homens.

Esta glória concedida por Deus, ao invés de exaltar-nos, nos faz humildes. Aqueles que realmente entendem o que está envolvido nesta glorificação são quebrantados, humilhados em seu ego ao ponto de encontrar seu maior prazer em servir aquele que lhe atribuiu glória gratuita.

O escritor C.S. Lewis descreve compara esta glorificação com a coroação de uma jovem rainha:

“O peso daquela enorme coroa sobre a jovem e pequenina cabeça torna-se m símbolo da situação da própria humanidade [...] É como se ele dissesse: “Em meu inexorável amor, vou colocar sobre o pó que você é, glórias, perigos e responsabilidades além da sua compreensão”. [2]

Concluo reconhecendo que somente a compreensão desta glória, pode salvar os homens de si mesmos. Sem esta apreensão humilde, o homem se enche de altanaria e subjuga seus iguais. Ao compreendê-la, no entanto, o “ser” é domado pelo Soberano Senhor, a vontade amansada, e exultamos no privilégio de ser simplesmente doulos [3].



***
Postou Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão




Notas:

1. Na filosofia e na teoria da cultura, uma metanarrativa é toda história que se julga capaz de explicar todo o conhecimento existente ou capaz de representar uma verdade absoluta sobre o universo.

2. LEWIS, C.S. Carta a uma senhora americana. São Paulo: Ed. Vida, pág 24

3. No grego, escravo (lit). W.E. Vine define como “aquele que se dá a vontade de outro”. A palavra é utilizada pelo apóstolo Paulo para referir-se a si próprio em Romanos 1.1

sábado, 2 de janeiro de 2010

As maravilhosas doutrinas da graça


Por Renato Vargens

Vivemos dias complicados na Igreja Evangélica Brasileira. Infelizmente o que vemos e ouvimos em nossos púlpitos é reflexo de uma impressionante miscelânea de doutrinas, credos e percepções religiosas.

Do Oiapoque ao Chuí encontramos inúmeras comunidades evangélicas pregando um evangelho deformado, esquizofrênico e ensimesmado onde o que mais importa é a satisfação do cliente.

Isto posto, ouso afirmar que estamos vivendo uma substancial crise de pregação. Infelizmente tanto no Brasil como no mundo, a pura ministração da Palavra de Deus é cada vez menos valorizada. Basta olharmos para as igrejas, que acharemos cultos com ênfase em prosperidade, cura, poder e re-té-té de Jeová.

Caro leitor, diante disto creio que mais do que nunca seja necessário ressaltarmos em nossos dias a importância das antigas doutrinas da graça. Até porque elas podem produzir um enorme bem a igreja brasileira. Como alguém já disse “é uma pena que essas doutrinas tenham sido largamente abandonadas. Precisamos considerá-las melhor, precisamos estudá-las mais profundamente, crer firmemente nelas e pregá-las com convicção, ousadia, sinceridade e graça, para o bem da Igreja, para a conversão dos perdidos e para a glória do nosso Deus.”

Depravação Total: Isso não quer dizer que todas as pessoas são tão más quanto elas poderiam ser. Significa, antes, que todos os seres humanos são afetados pelo pecado em todo campo do pensamento e da conduta, de forma que nada do que vem de alguém, separado da graça regeneradora de Deus, pode agradá-lo. À medida que nosso relacionamento com Deus é afetado, nós somos tão destruídos pelo pecado, que ninguém consegue entender adequadamente Deus ou os caminhos de Deus. Tampouco somos nós que buscamos Deus, e, sim, é ele quem primeiramente age dentro de nós para levar-nos a agir assim.

Eleição Incondicional: Uma ênfase na eleição incomoda muitas pessoas, mas o problema que as preocupa não é realmente a eleição; diz respeito à depravação. Se os pecadores são tão desamparados em sua depravação, como a Bíblia diz que são, incapazes de conhecer a Deus e relutantes em buscá-lO, então, o único meio pelo qual eles podem ser salvos é quando Deus toma a iniciativa de mudá-los e salvá-los. É isso que significa eleição. É Deus escolhendo salvar aqueles que, sem sua soberana escolha e subseqüente ação, certamente pereceriam.

Expiação Limitada: O nome é, potencialmente, enganoso, pois ele parece sugerir que os reformadores desejam de alguma forma limitar o valor da morte de Cristo. Não é o caso. O valor da morte de Cristo é infinito. A questão é saber qual é o propósito da morte de Cristo e o que ele realizou com ela. Cristo pretendia fazer da salvação algo não mais que possível? Ou ele realmente salvou aqueles por quem morreu? A Teologia Reformada acentua que Jesus realmente fez a propiciação pelos pecados daqueles a quem o Pai escolhera. Ele realmente aplacou a ira de Deus para com seu povo, assumindo a culpa sobre si mesmo, redimindo-os verdadeiramente e reconciliando verdadeiramente aquelas pessoas específicas com Deus. Um nome melhor para expiação “limitada” seria redenção “particular” ou “específica”.

Graça Irresistível: Abandonados em nós mesmos, nós resistimos à graça de Deus. Mas, quando Deus age em nosso coração, regenerando-nos e criando uma vontade renovada, então, o que antes era indesejável torna-se altamente desejável, e voltamo-nos para Jesus da mesma forma como antes fugíamos dele. Pecadores arruinados resistem à graça de Deus, mas a sua graça regeneradora é efetiva. Ela supera o pecado e realiza os desígnios de Deus.

Perseverança dos Santos: Um nome melhor seria “perseverança de Deus para com os santos”, mas ambas as idéias estão realmente juntas. Deus persevera conosco, protegendo-nos de deixar a fé, que certamente aconteceria se ele não estivesse conosco. Mas, porque ele persevera, nós também perseveramos. Na realidade, perseverança é a prova definitiva de eleição.

Pense nisso!


***
PorRenato Vargens, Via Púlpito Cristão

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A teologia do medo

Por Renato Vargens

Os templos neopentecostais estão abarrotados de pastores que disseminam a nefasta teologia do medo. Infelizmente, O medo tem sido espargido pelos ministros da prosperidade que de forma desavergonhada anunciam o evangelho do pânico, cujo protagonista é satanás. Nele, o crente é ensinado de que o diabo pode afligi-lo, atormentá-lo, além obviamente de destruí-lo roubando-lhe a salvação eterna. Para tanto, os evangelistas à lá Zé do caixão, promovem entrevistas com demônios, ensinam sobre o poder do capeta, além de propagarem um cristianismo onde o dualismo e o maniqueísmo se fazem presentes.

Ora, vamos combinar uma coisa? Este tipo de doutrina é extremamente interessante para os adeptos da fé “hitchcochiana”, até porque, ao instalar a política do medo no coração dos incautos, se torna mais fácil, comercializar os apetrechos da fé, cujo poder é mágico, além de eficaz para afastar mal olhado, olho grande e todo tipo de feitiçaria.

Para piorar a situação, as doutrinas propaladas pelos terroristas neopentecostais, impõem sobre os cristãos a idéia de que não existe salvação sem a intervenção milagrosa de Jesus mediante as mãos de apóstolos, bispos e pastores especiais. Ao serem induzidos a pensar desta maneira, um número incontável de cristãos abandonam na esquina da vida doutrinas como o sacerdócio de todos os santos, salvação e outras mais. Além disso, por acreditarem na existência de líderes especiais, os membros destas igrejas tornaram-se reféns de uma política espiritual, onde desobedecer a determinação do pastor é pecado grave, podendo trazer maldições da parte de Deus sobre aqueles que tocam no “ungido” do Senhor.

Isto posto, afirmo que o Evangelho de Cristo se contrapõem em muito a teologia do medo. Em Jesus e por Jesus somos libertos da escravidão do pecado, e do domínio do diabo. Vale à pena ressaltar que a Bíblia também nos ensina que somos de Deus e que em virtude disto maligno não nos toca. Em outras palavras, isto significa dizer que não existe esta história de que o diabo pode aprontar o que quiser na vida do cristão.

Louvado seja o Senhor que nos VERDADEIRAMENTE nos libertou e que por intermédio de sua cruz nos tornou livres.

Pense nisso!

Fonte: Blog Pr Renato Vargens

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O que a graça?

O QUE É GRAÇA?

Uma perspectiva subjetiva-filosófica
Por Esdras Gregorio



A graça é força irresistível do evangelho que atua em nos, pela verdade que persuade e domina o ser na esfera mais profunda e consistente da alma humana.

Em tal estado de graça o ser se sente tão irreversivelmente ligado ao evangelho da mesma forma que estamos irremediavelmente presos a natureza e a condição humana. Uma vez que graça não é movimento ou objeto desta dimensão terrena, mas um processo ininterrupto de composição imaterial no domínio mais íntimo da vontade e das decisões humanas, nem um poder de coisas e eventos da existência material, podem interromper tal ação de designo eterno de Deus no coração do homem.

Perdão, lei, contrição, paz e culpa são termos humanos usados a fim de se explicar a tentativa e o procedimento de ligação do homem com Deus que se faz em todas as religiões. Mas a graça não é o mero perdão como acesso a Deus numa lei de mérito de arrependimento, ou causa e efeito na relação do humano com o Divino, mas um estado espiritual da constituição mais fundamental do ser do homem, que não se altera por decisões inconstantes tomadas no palco da existência contraditória da superfície deste ser.

O homem na existência esta sujeito não só as força dos episódios que sucedem sobre ele, como também a própria modificação natural que vem pelo passar do tempo. A própria maneira de ver e reagir de cada um advém das condições características de existência especial e particular. Particularidades estas que pela graça não tem poder de influir na decisão mais objetiva da alma.

Se na existência existe variações de vontades e inconstância de decisões pela subjugação do homem a complexidade do mundo de eventos e possibilidades. Na esfera do ser a graça é essa força irresistível sobre o coração, cujas variações e incidentes da existência não podem suprimir. Nada fora da alma a não ser uma decisão do próprio coração podem tirar o homem deste estado de segurança absoluta a que se chama graça, contra os acontecimentos no corpo e no campo das sensações humanas.

Portanto graça é à força da revelação do evangelho no coração que cativa o homem de tal forma, mesmo acontecendo os episódios mais trágicos não prescritos para o ente humano sujeito a lei de Deus. Graça é essa verdade incontestável na nossa consciência, cujo poder de acidentes, quedas e reincidências não alteram e nem suprimem o seu efeito no nosso coração. Em suma a graça é a segurança eterna da salvação daquele que crê.



sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A ADORACAO NOSSA DE CADA DIA - I


"Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor".
Salmo 113.3


"Nós não vamos à igreja para adorar, porque a adoração deveria ser a atividade e atitude constantes do cristão dedicado. Nós vamos à igreja para adorar pública e corporativamente". (John Armstrong)


ADORAÇÃO COTIDIANA

Normalmente pensamos em adoração somente quando estamos no culto. Alguns mais reducionistas ainda pensam em adoração naquele momento do culto destinado ao louvor congregacional. Dessa forma, o que deveria ser parte da "atividade e atitude constantes do cristão dedicado", se torna um fim em si mesmo.

O que deveria ser um momento sublime de crescimento, de edificação e comunhão com Deus, se torna um drama de esforço patético para "sentir" alguma coisa. E o pior é que "sentimos", e o resultado dessas sensações é a perpetuação do erro. É uma catarse que nos alivia e "justifica" uma vida superficial, cheia de desvios, de altos e baixos, enfim de pecados mesmo. A expressão de adoração se torna apenas um compartimento separado da vida. Habilmente construímos vários desses compartimentos (vida espiritual, vida material, vida sentimental, vida profissional, e por aí vai...), chamamos de "vidas", mas na verdade são máscaras existenciais.

A verdadeira adoração segue um caminho inverso, ou seja, não é um momento de êxtase que justifica o "vale tudo" e seus compartimentos, e sim uma vida que torna relevante o momento do culto como bem expressou Geoffrey Thomas: A verdadeira adoração surge a partir de um contínuo andar com Deus. Um homem que dificilmente pensa em Deus durante os seis dias da semana, não está apto a adorá-lo corretamente no sétimo dia. Se tal pessoa fala quanto está se "regozijando" na adoração, alguma coisa está errada com ele! Ele está se entretendo ou está recebendo aquela vaga sensação de desafio que o homem natural desfruta.

Por outro lado, em meio à verdadeira adoração, tal pessoa deveria sentir quanto está afastada de Deus e sentir uma tristeza santa por sua negligência para com a glória do Senhor. (Geoffrey Thomas) Como podemos ver estamos nos distanciando da verdadeira adoração na medida em que desvinculamos o domingo do restante da semana. O que Geoffrey está dizendo é que a nossa adoração formal do domingo é enganosa se Deus não é Senhor de nossa vida todos os dias. Nos anos 80 o pastor Caio Fábio expressou essa mesma verdade com muita propriedade, dizendo: "Quando não há culto na vida, também não há vida no culto".

Fonte: Adoração e Pregação

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Sede agradecidos



"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco".
(1Ts 5:18)

Dai graças. A ingratidão a Deus é a marca do homem caído. Sua natureza corrompida pelo pecado o impede de reconhecer que o sol e a chuva, a vida e o ar que respira, a saúde e a força de trabalho são dádivas de Deus, pelas quais deveria viver agradecido. Mesmo quando prospera mais que os filhos de Deus, não vê nisso o favor divino, e por isso não o glorifica.

O mais triste, porém, é que muitos crentes revelam essa mesma atitude de ingratidão. Passivamente, não agradecem a Deus por todas as bênçãos com as quais Ele os tem cumulado, e até distinguido dos ímpios. Vivem como se tudo o que tem fosse resultado de conquista pessoal. E ativamente murmuram e reclamam dos eventuais reveses que enfrentam. Mesmo sendo seus maus momentos passageiros e para seu bem, assumem uma atitude de injustiçados diante do seu Senhor, como se merecessem o que lhes falta. Mas o mandamento do Senhor é "sejam agradecidos".

Em tudo. Outra falha na atitude dos crentes consiste em atribuir a Deus o bem que experimentam e culpar o Diabo por qualquer vento contrário. Isto mostra mais que ingratidão, revela desconhecimento do controle providencial de Deus sobre todas as coisas, fazendo com que tudo concorra para o bem daqueles que amam a Deus. Não precisamos dar graça por tudo, pois algumas coisas são realmente ruins, e seríamos hipócritas diante de Deus se não disséssemos que está doendo. Porém, devemos dar graças em tudo, vale dizer, em qualquer situação, pois mesmo naquilo que realmente é maligno o Senhor está transformando-o em um bem maior para os Seus filhos, visando sua glória.

É a vontade de Deus. Pelo fato de Deus controlar todas as coisas para Sua glória e para nosso bem, Sua vontade é que aprendamos a viver contentes, em toda e qualquer situação. Nosso contentamento, expresso em atitude e palavras, demonstra nossa submissão à vontade divina e nossa gratidão em tudo. A vontade de Deus, pois, não é que vivamos ambicionando e numa busca cosntante de coisas melhores, mas que sejamos agradecidos com o que temos, sabendo que na fartura ou na privação, Deus cuida de nós.

Em Cristo Jesus para convosco. Todas as bênçãos que experimentamos chegam a nós por meio de Jesus. Por isso, a vontade de Deus que demos graças a ele por tudo, também é em Cristo Jesus. Assim, o crente que está em Cristo, deve viver em Cristo, e nEle ser grato ao Pai. Finalmente, devemos considerar que este mandamento é para nós, crentes dos dias de hoje. A vontade de Deus é para conosco. Aprendamos a viver sóbrios e satisfeitos em tudo, dando sempre graças ao Pai.

Soli Deo Gloria

Fonte: Cinco Solas

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sobre minha fé abalável



Por Leonardo Gonçalves


Hoje vi alguém afirmar que "o cristianismo é uma aposta sem riscos". Não sei quem é o autor desta frase, mas sei que a visão do cristianismo como uma aposta remonta ao filósofo Blaise Pascal. Partindo da premissa de que é impossível “provar” que Deus existe, Pascal conclui que, de um jeito ou de outro, todos nós jogamos dados com Deus, mesmo ele não jogando dados com o Universo.

Impossível não concordar com Pascal. Infelizmente (ou não), ser cristão é uma aposta. E não só uma aposta, mas um penhor: Você entrega sua vida aqui, para receber algo melhor no além.

É ainda um salto no escuro, como disse Kierkgaard. Nos aventuramos a seguir um Deus que não vemos, e a prova da sua existência e da nossa esperança se reduz em fé (Hb 11.1).

Houve um tempo em que eu pregava um cristianismo acima de qualquer dúvida. Debatia com ateus, explorava os argumentos de Anselmo e Aquino, dissecava livros do Geisler e do Craig, e assim vendia a idéia de um cristianismo acima de qualquer suspeita. Eu era tolo e não sabia...

Hoje, alguns anos mais tarde, descobri que a dúvida é parte de um "pacote" chamado cristianismo. Há lacunas em nosso conhecimento que jamais serão preenchidas. Seguir a Cristo é apostar que tudo o que Ele disse é verdade.

As almas sinceras hão de admitir: Não temos todas as respostas, embora tenhamos respostas suficientes. Não possuímos toda a fé, embora Cristo nos aperfeiçoe na fraqueza. Não sabemos tudo sobre Deus, mas cremos que ele sabe tudo sobre nós.

As vezes me pergunto: Onde foi que eu andei este tempo todo? E a resposta que encontro é a mesma: Longe, muito longe do Senhor. Com a cabeça cheia de argumentos, mas com o coração oco. Mas eu tinha certezas! Agora, ao contrário daqueles dias, tenho muitas dúvidas. Não entendo porque tem tanta gente boa se arrebentando, se machucando; e tanto hipócrita se dando bem.

Os versos assimétricos do poeta Renato parecem refletir a verdade com uma força indizível: "É tão estranho... Os bons morrem jovens. Assim parece ser." Quem é bom quase sempre se dá mau. O mundo é injusto as vezes, e eu não sei porquê.

Porém, apesar de todo esse existencialismo, das repentinas (e passageiras) incertezas, eu nunca me senti tão perto de Deus! É um paradoxo, eu sei, mas tal como as trevas evidenciam a luz por contraste, também a fé se fortalece na dúvida. E eu poderia te dizer qualquer outra coisa, mas isso não seria sincero. Poranto, o que digo é: Você deve crer em Deus, mesmo em face deste mundo injusto, e confiar na Palavra dele de que um dia a justiça reinará.

Minhas dúvidas nunca acabam. Ontem duvidei, por um instante desesperador chorei. Eu quis entender e não pude (e talvez jamais possa). "Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos".

Mas há um fato irrefutável. Deus me deu uma certeza que nenhum manual de doutrina cristã pode dar. É quando "O Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus". Ah... certeza insofismável! Em um instante a nuvem escura se dissipa e a paz novamente reina (ainda que momentânea). "Paz... paz... Cuán dulce paz!"


"E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade."

sábado, 12 de setembro de 2009

A vocação de João Batista


*Toda mãe e pai têm um sonho: Ver seu filho formado em uma boa faculdade; com um bom emprego; bem casado;
*Mas Deus tem um propósito específico para cada um de nós. Uma VOCAÇÃO!
*Enquanto o bacana era ter filhos bem sucedidos, Isabel teve um filho que foi “grande para Deus”, mas desprezado pelos homens.
*Nossa missão também inclui isso às vezes, o desprezo dos homens. Mas sempre que você for desprezado pelos homens, lembrem-se vocês estão sendo grandes pra Deus!
*Muitas vezes nos julgam pela nossa aparência, querem que sejamos como o mundo é, mas nós temos vestes espirituais que nos diferem deles.

*João Batista nunca foi um modelo de beleza e razão. Ele era guiado pelo Espírito Santo.
*Sua mãe o teve, o viu crescer, comendo gafanhotos com mel, vestindo peles, indo pro deserto e depois disso tudo ainda foi lançado decapitado em frente de sua mãe.

 Ao invés de hambúrguer - gafanhotos com mel
 Ao invés de roupa da moda – pele de animais
 Ao invés de ir ao rock’n rio – Deserto

*E depois disso disseram a sua mãe: Aqui está o corpo de seu filho João, mas a cabeça dele nós não trouxemos porque ela serviu de opróbrio e escárnio no castelo de Herodes.

*Antes de sua morte, João ainda denunciou Herodes dentro de seu próprio covil. (Marcos 6:18)
*A obra que Deus tem na sua vida o homem não pode parar, a morte não pode parar, nem mesmo o diabo pode parar.

*João foi diferente no meio daquele povo! Seja diferente no meio desse povo perdido.

E no mais, tudo na mais santa paz!

Fonte: Blog do Marcio de Souza

domingo, 7 de junho de 2009

JESUS E OS CONFLITOS HUMANOS

Mateus 11:1 – 6 ; 12:1 – 14

Propósito: Mostrar que Jesus revela importantes aspectos do crescimento de conflitos e hostilidade e como nós devemos responder ao desafio divino.

À medida que Jesus revelava maior autoridade, crescia a oposição contra Ele.

Os seus oponentes começaram a perseguí-lo e aos discípulos, procurando maneira de O acusar. A atmosfera era cheia de ódio; Seus inimigos procuravam matá-lo. O ponto vulnerável era a questão do “Sábado”, ou dia de descanso judaico. Acharam que Jesus estava ferindo o coração do judaísmo.
Mas conflitos nem sempre começam com oposição; as vezes tem início com perguntas e dúvidas dos santos, como o caso da primeira questão de João Batista. Se a preocupação não tivesse sido respondida satisfatoriamente, podia originar conflitos e separação. O método de Jesus é enfrentar conflitos com respostas das Escrituras, como usou com Satanás.

I. CONFLITO SOBRE O MESSIAS – Mateus 11: 1-6

É Jesus o verdadeiro Messias ?
A- Interesse oportuno (vs. 1-3)
B- Testemunho Bíblico (vs. 4-5)
C- Fe é resposta (v. 6)

II. CONFLITOS SOBRE UMA NECESSIDADE HUMANA Mateus 12: 1-4

É a necessidade humana mais importante que lei rabínica ?
A- O zelo farisaico (vs. 1-2)
B- A defesa bíblica (vs. 3-4)

III. CONFLITO SOBRE O TRABALHO LEGÍTIMO – Mateus 12:5-6

Como contesta Jesus à acusação dos opositores ?
A- Apelo às Escrituras (v. 5)
B- Uma comparação de valores (v. 6)

IV. CONFLITO SOBRE A VERDADEIRA ADORAÇÃO – Mateus 12: 7-9

Que elementos são essenciais à observação do dia do descanso ?
A- “Misericórdia, não sacrifício” (v. 7)
B- Honrando ao Senhor (v. 8)
C- Participando na adoração (v. 9)

V. CONFLITO SOBRE A DIGNIDADE HUMANA – Mateus 12: 10-13

Que contraste revelou Jesus quanto ao valor humano ?
A- Mão mirrada/acusação (v. 10)
B- Ovelha/homem/Sábado (vs. 11 – 12)
C- Jesus/regras farisaicas (v. 13)


VI. CONFLITO E DESTRUIÇÃO – Mateus 12:14

A- Trama contra Jesus
Os fariseus não queriam reconhecer que Jesus estava certo; por isso, rejeitaram o Mestre.
Não permitamos que conceitos deturpados se tornem em conflitos.
Escutemos a autoridade da Palavra de Deus

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vida de Solitera


DE QUE MANEIRA DEUS PODE ME USAR, JÁ QUE SOU SOLTEIRA?
Malaquias 3.16-18
"Então, aqueles que temem ao SENHOR falam cada um com o seu companheiro; e o SENHOR atenta e ouve; e há um memorial escrito diante dele, para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome.

E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos, naquele dia que farei, serão para mim particular tesouro; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve.
Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve."
Se você é solteira, Deus tem lhe dado essa liberdade com um propósito. Apesar de ser fácil pensar que poderia estar melhor se fosse casada, as aparências podem enganar. Aquelae mãe de dois garotos pequenos pode estar constantemente exausta; ou sua amiga recém-casada já pode estar sendo agredida.
Então, confie que deus sabe o que está fazendo em sua vida e não perca seu tempo desejando possuir algo que não tem neste momento. Em 1 Co 7.7,8 Paulo disse que ser solteiro é uma dádiva de Deus - e ele viveu solteiro.
Contudo, conscientizar-se de que você, como aquelas que são casadas, necessita de muito apoio para manter firme a decisão de viver para Deus. Escolha algumas poucas pessoas em que tenha confiança e comece a cultivar relacionamentos que a ajudarão a seguir a Deus em tempos difíceis (v. 3.16).
Se você focalizar em Deus, Ele a honrará muito, além da sua imaginação. E lembre-se: você é extemamente preciosa para Ele!
(Veja também Êx. 15:19-21; Juízes 6; 7; 2 Samuel 20:14-22).
Fonte: Bíblia de estudo da Mulher - Thomas Nelson, Inc. - 2001

domingo, 17 de maio de 2009

JESUS ENSINOU A ORAR

Os discípulos pediram: “Senhor, ensina-nos a orar”, Lc. 11: 1.
E Ele formulou a chamada oração dominical de Mt. 6: 9-13.




Ela serve de modelo.

a) A fórmula da súplica. Embora isso não seja fundamental, há quem trate a FORMA da oração com certo rigor. É verdade que a oração, por ser um pedido, precisa ter uma estrutura. Iniciamos a oração dirigindo-nos sempre ao Pai e a encerramos pedindo e agradecendo, em nome de Jesus, conforme Jo. 14: 13.

b) Evitar as ladainhas. Em Mt. 6: 5-8, Jesus explica que, quando fôssemos orar, evitássemos repetições enfadonhas, tipo ladainhas cansativas, e nos mantivéssemos sóbrios na fala, ou seja, conscientes do que estamos pedindo. O perfil ou a característica da oração demonstrada aqui é a do raciocínio.

c) Hinos podem ser oração. Não somente as orações faladas alcançam o trono de Deus, mas também os nossos cânticos e as nossas mais diversas formas de louvor. Uma letra cantada, individualmente ou por todos os congregados, se estiver sendo entoada de coração e em espírito, constitui-se numa oração fervorosa e inflamável, gerando uma combustão instantânea ao redor de todos, e fazendo mover o braço do Senhor. Os filhos de Coré cantaram: “A noite, a sua canção estará comigo; uma oração ao Deus da minha vida,” Sl. 42: 8.

Notemos o que Jesus ensinou sobre a oração:

a) Postura do corpo. A posição do corpo, gestos, altura da voz em nada influem na oração. Deus conhece as intenções de todos os que dEle se aproximam. Os discípulos estavam assentados quando veio sobre eles o Espírito Santo, Atos 2: 2. Ana falava baixinho com Deus, I Sm. 1: 13.

b) Intimidade com Deus. No mesmo texto de Mt. 6, Jesus está abolindo a intermediação do sacerdote. Ele veio revelar um Deus que atende a cada um individualmente. Entrar no quarto, fechar a porta significa estar a sós, com o Senhor. O salmista confirma isto, muito antes de Cristo ter vindo declarando: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei e me verei perante Deus? Sl. 42: 2.

c) Humildade. Outro apecto do ato de orar ensinado por Jesus é a humildade. Existem orações abusivas, arrogantes e altivas, do tipo daquela feita por um dos malfeitores na cruz, ao lado de Jesus: “Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também”, Lc. 23: 39. Não deixou de ser uma oração, por trazer um pedido de socorro, e ser dirigida a quem se poderia pedir. Sua forma, porém, estúpida e petulante não mereceu qualquer intervenção do Mestre.
Já o segundo malfeitor corrigiu a maneira grosseira do companheiro e se dirigiu a Jesus humildemente, dizendo: Jesus, “lembra-te de mim, quando vieres no teu reino”. Observe que o primeiro pediu a salvação do corpo; queria evitar a dor da morte, enquanto que o segundo, pedia para que fosse apenas lembrado, na eternidade por Jesus.Concluindo, o que desejamos é que nossa oração seja eficaz, seja atendida pelo Senhor.
Tiago com entusiasmo afirma: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros para que sareis. Muito pode, por sua eficácia a oração de um justo. Tg. 5: 16. Guardemos dentro de nós estas orientações e nos unamos no propósito da oração, aprendendo com Jesus uma intimidade séria, produtiva e compensadora.

terça-feira, 12 de maio de 2009

JESUS VALORIZOU A ORAÇÃO

Jesus não precisava orar, mesmo assim dedicou grande parte de seu ministério à oração, Lc. 22: 41; não precisava jejuar, mas absteve-se de alimentos por quarenta dias no deserto, Mt. 4: 2. Não precisava ler a Lei, pois Ele mesmo era a Palavra viva, mas leu-a na sinagoga, Jo. 5: 24. Com isso, o Senhor estava ensinando-nos os mais altos valores e caminhos da vida devocional, através dos quais alcançamos nossa comunhão e relacionamento com Deus.




Jesus pontilhou seu ministério com muita oração, a mais pura e genuína intercessão que jamais se viu. Vemos Jesus enfatizando a validade da oração em várias circunstâncias:

a) Em Lucas 11: 5-8, Ele cita uma curiosa parábola, conhecida como a do amigo importuno, onde o tema central é a oração. Uma pessoa vai à casa do amigo, à meia-noite, pedir três pães emprestados. Jesus está querendo ensinar dois fatores. Primeiro, acreditar que o amigo era o meio para a solução do problema, que tinha os pães e que iria atendê-lo; segundo, ser persistente, perseverante, fazendo constranger o coração do benfeitor, como conclui o verso 8: se o amigo não se levantar para atender, levando em conta a amizade, o fará por causa da importunação, atendendo prontamente.

b) Em João 11: 41-42, no episódio da ressurreição de Lázaro, temos outro relevante seguimento da oração. Jesus exalta a necessidade de convicção que se deve ter ao fazer a petição. Note que Ele afirma “Pai, graças te dou porque me ouviste”.
Ao orar, estamos acreditando sinceramente que estamos sendo ouvidos. Jesus se torna mais enfático quando enriquece seu diálogo com o Pai, ao dizer: “Eu sabia que sempre me ouves”, referindo-se à certeza inabalável de que se traduz a oração.

c) Deus deseja atender-nos. Isaías, o profeta messiânico, se mostrou um habilidoso ministro na oração, quando afirmou que “a mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar, e nem surdo o seu ouvido para que não possa ouvir”, Is. 59: 1. Assim, ele termina por se mostrar conhecedor do Deus que servia, e da presteza dEle em ouvir nossos rogos.

sábado, 9 de maio de 2009

Quem pilota?


Falamos que cada um deveria se avaliar intimamente e examinar se está alcançando estes objetivos. Como o piloto, que durante toda a viagem vai checando o rumo e fazendo as devidas correções, quando observa que se desviou da rota.
O ano novo, sugerimos, era uma ótima oportunidade para você fazer um exame na sua rota de vida.

Se concluir que esteve indo no rumo traçado, ótimo, nada a alterar. Mas, e se descobrir que tem se desviado do roteiro desejado, estando cada vez mais afastado do objetivo final?
E aqui tocamos no ponto básico do assunto de hoje: o destino para onde você deseja ir.
Pergunte-se a si mesmo: “Qual o objetivo máximo da minha vida? Qual o meu plano de vôo?
Onde quero chegar?”

Não teremos aqui espaço para comentar sobre as várias respostas possíveis. Mas vamos nos concentrar apenas numa delas. Suponhamos que você respondeu algo assim: “O meu objetivo principal nesta vida é agradar a Deus e ser amável aos meus semelhantes. O meu rumo desejado é o céu. É lá que eu gostaria de pousar quando a minha viagem desta vida chegar ao fim”.
Muito bem, eis um grande alvo, na realidade o melhor que pode haver. Mas, e a rota está coerente com o destino? Você está vivendo de uma maneira tal que o céu está mesmo à sua frente? Ou será que está fazendo como um piloto que desejasse ir para o norte, mas orientasse o avião no rumo do sul?

Caso descubra que não tem sido a pessoa que gostaria de ser, não tem conseguindo colocar Deus em primeiro lugar, não tem tido um coração limpo e nem tem amado aos outros, isto significa que você tem sido frustrado na viagem de sua vida. Não tem sido realmente feliz, pois está desviado da rota que você mesmo traçou. E seguindo fatalmente o rumo indesejável e apavorante da perdição eterna.

Meu amigo, só existe uma maneira de você aprumar a sua vida no rumo de Deus: através do Senhor Jesus Cristo! Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6). É claro demais, não?

Todo início de ano você pode concluir, com certa tristeza, que não foi capaz de ser nem de fazer o que sinceramente desejava. Pode descobrir-se fora da rota e tentar com todas as forças corrigir o rumo, decidindo mudar certos costumes e hábitos. Mas tudo isso será em vão, enquanto não desistir de pilotar a própria vida e, confiando no Senhor Jesus Cristo, pedir perdão dos seus pecados e entregar-lhe totalmente o controle.

Daí em diante, ele se encarregará de lhe dar condições de agradar a Deus e amar os homens. E, no final, ele lhe levará ao céu.

sábado, 2 de maio de 2009



Uma completa salvação por meio da fé em Cristo

Se você creu em Jesus, que ele morreu pelos seus pecados.
Se você se arrependeu e foi batizado para a remissão dos seus pecados.
Se você tem Jesus como Senhor da sua vida e tem disposição em obedecê-lo.

Então você pode dizer que está salvo e viver à luz desta verdade. Livre para expressar a glória de Deus.
Um indício de que uma pessoa se sente salva é quando ela para de pedir a salvação e começa a glorificar a Deus por estar salva.

Versículos para decorar

Rm 3:23 "Todos pecaram …"
Rm 6:23 "O salário do pecado é a morte…"
Cl 1:13 "Ele nos tirou do império das trevas…"
Ef 2:8-9 "Pela graça sois salvos por meio da fé…"
Hb 11:6 "Ora, sem fé é impossível agradar a Deus…"
II Co 5:21 "Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós…"
Rm 5:1 "Sendo pois justificados mediante a fé…"
Jo 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira…"
Jo 5:14 "Quem ouve a minha palavra…"
I Tm 2:5 "Porque há um só mediador entre Deus e os homens …

Salvação à Cura completa ( I Ts 5:23 para o espírito, alma e corpo )

1) Justificação do espírito

Justificar à tornar justo.
Mas quando o homem caiu (escolheu fazer a própria vontade ao invés da vontade de Deus), ele morreu espiritualmente. O homem ficou então incapaz de ter comunhão com Deus por causa da culpa do pecado. Gn 3:7-10
O Espírito do homem precisa ser justificado diante de Deus.

2) Santificação da alma

Santificar à purificar, separar
Consiste no operar diário da cruz de Cristo em nossas vidas.

Cruz : quando a vontade de Deus entra em choque com a minha vontade e eu escolho fazer a vontade de Deus.
É o Espírito Santo habitando em nós que nos santifica dia a dia.

3) Glorificação do corpo

O objetivo final na ressurreição ou arrebatamento, quando receberemos um corpo semelhante ao de Cristo depois de ressurreto. Um novo corpo, incorruptível

quinta-feira, 30 de abril de 2009

A certeza da salvação 3/4




Por causa de tudo isso o homem precisa ser salvo. Para sair desse estado de condenação ele precisa nascer de novo. Precisa receber o presente que Deus oferece. Deus poderia condenar o homem simplesmente porque rejeita a salvação que lhe é oferecida de graça. O homem só precisa exercitar sua capacidade de decidir e crer. ( ao contrário do que fez no Edem ) A Palavra de Deus sempre apela para a vontade do homem


Mc 8:34 "Se alguém quiser vir após mim …"
Ap 3:20 "Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta…"
Para que nós somos salvos ?
à Para a glória de Deus
Ef 1:3-14 "…para o louvor da sua glória"


A criatura deve revelar a beleza de seu criador. ( ex.: quadro / refletir a glória ) A salvação antes de beneficiar o homem , glorifica a Deus. Somos salvos para Deus. Somos salvos para ser reenquadrados no Propósito de Deus. Deus criou o homem para ter comunhão com ele. Mas o homem por causa do pecado volta-se para si mesmo, para seus próprios interesses e impossibilita esta comunhão.


Rm 6:10-13 "Pois quanto a ter morrido, de uma vez por todas morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça."


A cruz jamais operará sua obra completa em nós enquanto não formos capazes de interpretar além daquilo que Cristo fez PARA NÓS e começarmos a ver o que ele fez PARA DEUS.
O que nos garante a salvação? Como saber se estamos salvos? Em que nos baseamos para dizer que estamos salvos?


Ef 2:8-9 "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie."
Pela graça, mediante a fé. Não por obras Se é pela graça já não é mais por obras, senão a graça deixa de ser graça Exercitamos a nossa fé na obra que Jesus fez e recebemos de graça a salvação.
Hb 11:6 "Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam."


Fé em que?


à Em Jesus e na palavra de Deus.
( fé à Hb 11:1 )


A obra de Jesus foi perfeita e suficiente.


Cl 2:14-15 "E havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz."
Não temos que pagar mais nada. Jesus pagou a divida por nós e cravou na cruz. Só precisamos crer nele, na sua obra por nós.


II Co 5:21 "Àquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus."


Ele se fez pecado para nos libertar do pecado e nos justificar para com Deus Ele pagou pelos nossos pecados , um alto preço ( Ex.: preço tesouro x preço que pagamos )Rm 5:1 "Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo"


Pela fé na obra de Jesus por nós somos justificados diante de Deus. Foi-se a ira de Deus contra nós. Em Cristo temos paz para com Deus. Não é pela nossa justiça, mas pela justiça de Deus em Cristo. ( nossa justiça é um trapo de imundícia )


At 26:18 "Para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim."


Pela fé em Jesus somos libertados do domínio de Satanás
Gl 2:16 "Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada."


As bases da nossa salvação


Podemos afirmar que estamos salvos com base em 2 coisas :Na obra de Jesus por nós. No que Ele fez por nós e não do que nós fizemos.


Is 53:5-6 " Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós."
Na Palavra de Deus Não é por sentimento, mas por fé na palavra de Deus que diz que eu sou salvo.


I Jo 5:6-13 "Quem tem o filho tem a vida…"
Mc 16:16 "Quem crer e for batizado será salvo…"
Jo 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira…"
v15 à "assim como a serpente foi levantada no deserto.." Nu 21:5-9
Quando cremos em Jesus somos curados da peçonha mortal que nos conduzia a morte. Jo 5:24 "Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou…"
Jo 6:28-29 "A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou"
Jo 10:9-10 "…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância."
Jo 11:25 "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim…"
Jo 14:6 "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida…."
I Tm 2:5 "Porque há um só mediador entre deus e os homens …"


Temos dois testemunhos que somos salvos:

Um exterior: A Palavra de Deus Um interior: O Espírito Santo
I Tm 1:15 "Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal"


Rm 8:16 "O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus"
Nos liberou de Satanás
Nos libertou do pecado
Nos livrou da morte Nos deu paz com Deus